sábado, 3 de julho de 2010

O viver

Vivo como se não existisse o amanhã
Ah! Se fosse fácil viver como falo que vivo.
Eu te ouço, dúvida. Te imagino e o meu coração imediatamente se converte.
Por que me preocupo tanto? Morri em minha essência?
Ouço um ruído: estou viva! A bela flor dilacerada deixara uma semente.
Algum tempo se passou, mas continuo a mesma - quem sabe melhor do que fui.
Acredita em mim, eu juro!
Confia, mesmo não podendo explicar.
Faça-me, também, enxergar que ainda sou.
“Eu sou a única prova de mim.”