domingo, 24 de abril de 2011

Jesus ressuscitou!!! ALELUIA, ALELUIA!!!!!!!!!

"Ele não está aqui, mas ressuscitou" (Lucas 24:6).  Jesus ressuscitou!  Ressuscitou!

sábado, 23 de abril de 2011

Sábado Santo. . . A descida do Senhor à mansão dos mortos


Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos.
Ele vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva cativos, agora libertos dos sofrimentos.
O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: "O meu Senhor está no meio de nós". E Cristo respondeu a Adão: "E com teu espírito". E tomando-o pela mão, disse: "Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará".
Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tornei teu filho; por ti por aqueles que nascerem de ti, agora digo, que com todo o meu poder, ordeno aos que estava na prisão: 'Sai!'; e aos que jaziam na trevas. 'Vinde para a luz!'; E aos entorpecidos: 'Levantai-vos!'
Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa.
Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu Filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de escravo por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci a terra e foi até mesmo sepultado debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre os mortos. Por ti, que deixastes o jardim do paraíso, ao sair de um jardim fui entregue aos judeus, e num jardim crucificado.
Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê na minha face as bofetadas que levei para restaurar, conforme à minha imagem, tua beleza corrompida.
Vê minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar dos teus ombros o peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à arvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendes suas mãos para a árvore do paraíso.
Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti.
Levante-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso, mas no trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constitui anjos que, como servos, te guardassem, ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus.
Está preparado o trono dos querubins prontos e a postos os mensageiros, construídos o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos, adornados, abertos os tesouros de todos os bens e o Reino dos Céus preparado para ti desde toda a eternidade".

De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo (Retirado da Liturgia da Horas) 
Fonte: Canção Nova

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sexta-feira da Paixão do Senhor

"Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito."

Essas foram as últimas palavras de Jesus antes de sua entrega ao Pai.
Foi preciso chegar ao madeiro. A maior prova de Amor! 
Na celebração da Paixão nessa Sexta-feira Santa, recebemos em comunhão o Corpo do Senhor.


Oração composta pelo Papa Paulo VI:
Ó Espírito Santo, dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora, fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da santa Igreja! Um coração grande, desejoso de se tornar semelhante ao coração do Senhor Jesus! Um coração grande e forte para amar a todos, para servir a todos, para sofrer por todos! Um coração grande e forte, para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda desilusão, toda ofensa! Um coração grande e forte, constante até o sacrifício, quando for necessário! Um coração cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo e cumprir, humilde, fiel e firmemente a vontade do Pai. Amém.
 

Gestos penitenciais: Três práticas acompanham nossa Quaresma: a oração, a penitência ou jejum e a caridade.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Autumno

A árvore caducifólia é um símbolo marcante da estação que, particularmente, é a mais bela. Todo aquele colorido encontrado nos jardins remete ao novo: um novo começo de tudo. O desprender das folhas, sua leveza bailando pelos ares – é certo que encontrarão um vendaval fazendo-as buscar novos rumos – até tocar o chão... É a renovação da vida acontecendo. Magnífico! O ritmo perfeito: o som do encontro das folhas secas. Tão grandioso e tão imperceptível. Dos galhos lisos e secos, aparentemente quase sem vida, brotará uma nova folhagem verdinha e viçosa. Tão logo flores e frutos... O processo recomeça. É a vida renovável.
Acredito que da mesma forma aconteça com o ser humano: as folhas se soltam das árvores, os vendavais as espalham para todos os lados e, no fim, uma nova vida renasce. Não é um processo tão simples na vivência, mas, resumindo, é mais fácil aceitar.
O mais incrível do outono é saber que depois de tudo parecer tão sem vida, tão triste e tão frio, bate à porta a primavera, que precede o verão. Por isso acho a estação mais encantadora. Quando entendemos isso, aceitamos com mais facilidade a mutação que vivemos.

É outono: renove-se...